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Bruno
Trombin

Fotógrafo e escritor de Porto Alegre RS.
Focado em observar o movimento da vida.

O que não coube aqui ficou em mim

Sou Bruno Trombin. Fotógrafo, escritor e morador de Porto Alegre RS. Tenho 30 anos e a convicção de que as histórias que importam não cabem em uma linha. Foi essa convicção que me levou à fotografia e à escrita — de formas diferentes, as duas fazem a mesma coisa: guardam o que o tempo ia levar.

Sou casado com a Raquel. Recentemente compramos nosso primeiro apartamento — um lugar com 50 anos de memória nas paredes e amigos grandes a uma quadra de distância. Não era novo. Era real. E às vezes é isso que basta.

"Não é pra parecer, não é pra performar, não é pra caber no olhar de ninguém."

Escrevo na newsletter Não Cabia — textos sobre vivências, viagens, relações e os pequenos acúmulos que formam uma vida. Fotografia e escrita se alimentam: o que a câmera captura, o texto processa. O que o texto não alcança, a imagem guarda.

Observar o movimento da vida

Fotografo o cotidiano — o gesto sem querer, a luz que muda de ângulo, o rosto de alguém que não sabe que está sendo visto. Não busco o instante decisivo. Busco o instante honesto.

Trabalho com fotografia em geral — analógica e digital, dependendo do que o momento pede. O que não muda é a intenção: estar presente antes de estar técnico. A câmera vem depois da atenção.

Porto Alegre é meu ponto de partida e sempre de chegada. Mas carrego a câmera em qualquer lugar — seja numa viagem longa ou numa volta de ônibus. A cidade estranha e a cidade familiar exigem o mesmo olhar.

Um arquivo que cresce conforme vivo

Este site é um arquivo pessoal — não um portfólio comercial. Os textos e as fotos aqui existem porque precisavam existir, não porque alguém pediu. Não há curadoria estratégica. Há registro honesto.

A grade de contact sheet na página inicial não é decoração: é referência direta ao laboratório fotográfico. Cada frame tem número. Cada número tem história. O arquivo cresce conforme vivo — e essa frase não é metáfora.

Se algum texto ou imagem ressoou, me escreve. Ou assina a Não Cabia — é lá que publico com mais regularidade e onde a conversa costuma acontecer.